domingo, 25 de abril de 2010

SUA VOZ UMA PONTE PARA A HARMONIA

MAIS UM ARTIGO MEU PUBLICADO NA: www.personare.com..br/revista/saude-e-beleza/materia/510/sua-voz-uma-ponte-para-a-harmonia SE GOSTAR ,INFORME PARA OUTROS. AJUDE-ME A COLABORAR MAIS COM A QUALIDADE DE VIDA DAS PESSOAS . DÊ SUGESTÕES E OPINIÕES.INCLUSIVE DE TEMAS A SEREM ABORDADOS. OBRIGADA PELA VISITA E VOLTE SEMPRE!

quarta-feira, 21 de abril de 2010

terça-feira, 6 de abril de 2010

EDUCAÇÃO MUSICAL TRANSFORMA

CASA E FAMÍLIA-Publicado pela Revista Personare EDUCAÇÃO MUSICAL TRANSFORMA Tocar ou cantar estimula as potencialidades das crianças por Nydia Monteiro Não há como negar a importância que a música tem em nossas vidas, seja no nível consciente, seja no inconsciente. Mas qual seria o seu poder de transformação do aprendizado musical, até mesmo de ampliação de nossos potenciais? Nossa audição é nosso referencial desde a gestação, é a porta de entrada principal para interagirmos com o mundo. Com esta interação podemos desenvolver no nível neuropsicomotor. Nosso cérebro vai literalmente se expandindo com suas sinapses e tornando?nos mais e mais capazes de ser, fazer e transformar a nós mesmos e ao mundo. Este potencial desenvolvido também traz equilíbrio para quem está envolvido nesse processo de aprendizagem musical. Quem convive diariamente com crianças e adolescentes que estudam música, tocando, cantando, improvisando e lendo partituras, observa que aquele que era agitado se torna mais calmo e concentrado. Ocorre também o oposto, deixando quem era muito tímido mais expansivo em suas relações. A neurociência e as inúmeras pesquisas na área do cérebro comprovam que a música atua em quase todas as áreas cerebrais. Nada escapa de ser estimulado e trabalhado. Os resultados ficam bem evidentes para quem observa a transformação pela qual estas crianças e jovens passam. Quanto mais cedo as crianças iniciam a aprendizagem musical, mais cedo sua linguagem, coordenação motora, compreensão, interação e aceitação de limites são estabelecidas."Quanto mais cedo as crianças iniciam a aprendizagem musical, mais cedo sua linguagem, coordenação motora, compreensão, interação e aceitação de limites são estabelecidas." Com os estímulos musicais e sonoros os dois hemisférios cerebrais são estimulados ao mesmo tempo, já que a música em seus elementos é processada em ambos. Está comprovado em laboratório também o aumento do corpo caloso (responsável pela comunicação dos hemisférios), córtex motor, cerebelo, hipocampo (memória), córtex auditivo, maior concentração de massa cinzenta (responsável pelo processamento das informações) nas áreas motoras, auditivas, visuoespaciais e área de Broca (fala) no cérebro dos músicos. Imagine quantos benefícios podem ser trazidos por uma educação musical na infância! BENEFÍCIOS TAMBÉM PARA OS JOVENS Os jovens que passam por um processo musical, em sua grande maioria, modificam comportamentos inadequados socialmente (vícios, agressividade), melhoram sua autoestima, desenvolvem sua inteligência emocional analítico-racional e senso estético. Além disso, percebem mais a realidade ao seu redor e as consequências de seus atos. A explicação científica é que o córtex pré-frontal é uma das ultimas áreas a amadurecer na adolescência e é ele o responsável pela capacidade de resolver os problemas e determina as respostas do comportamento do indivíduo ao estímulo recebido. Esta mesma área é bem desenvolvida nos músicos e está ligada ao planejamento do tocar e cantar. Mas não podemos deixar de enfocar o valor cultural de uma aprendizagem musical em relação ao próprio domínio da área e valorização de uma cultura de maior qualidade. A maioria não se torna artista; torna-se, porém, um cidadão mais completo. E o mais importante de tudo: torna-se uma pessoa mais feliz! Os projetos sociais e educacionais em todo o mundo que envolvem a aprendizagem musical não negam esta afirmação: "A educação musical transforma!" ORIENTAÇÃOES PARA OS PAIS 0 a 2 anos Existem cursos de música especializados para mamães e bebês no Brasil. Em casa, converse muito e cante de frente para os filhos(para que visualizem a boca). Coloque músicas mais lentas e com sons agudos antes do sono do bebê e faça com massagens pelo seu corpinho (vá nomeando as partes do corpo que estão sendo massageadas). Maracás, chocalhos, tambores e xilofones são encontrados também em lojas de brinquedos e podem ser utilizados. 2 a 4 anos Assista DVDs musicais ao lado dos filhos e vá conversando e provocando o raciocínio lógico. Existem métodos que iniciam a aprendizagem intrumental nesta faixa etária, como violino. Grave suas vozes, utilize microfone para ampliar e valorizar a fala e o canto com articulação corretas. 5 anos em diante A criança pode estudar música com um intrumento musical já escolhido Profissionais com produção variada e de qualidade para crianças: Bia Bedran, MPBaby, Superbebê-música, Palavra Cantada, Thelma Chan e Toquinho. Crianças e adolescentes Devem ser expostos a música de qualidade. Leve-os a concertos e shows regularmente. Ter em casa CDs e DVDs com repertório variado, inclusive com música instrumental e clássicos. SOBRE O AUTOR NYDIA MONTEIRO Educadora Musical e musicoterapeuta.Pós-graduada em musicoterapia, atende em Teresina e é presidente da Associação de Musicoterapia do Piauí (AMT-PI). Saiba mais » contato: nydiadoregomonteiro@yahoo.com.br

quarta-feira, 10 de março de 2010

A MUSICOTERAPIA E O PRATICANTE ESPORTIVO: RITMO IMPULSIONANDO MOVIMENTOS E SUPERANDO BARREIRAS.

*ARTIGO ESCRITO DE MINHA AUTORIA E PUBLICADO NA REVISTA PORTUGUESA "O PRATICANTE" MARÇO-PÀGINA 79
Assim como o universo, todo ser humano é dotado de ritmo. O ritmo é considerado o elemento musical mais associado ao movimento. Na atividade física, o ritmo facilita a coordenação motora e a integração funcional de todos os aspectos. Coordenação motora é a realização intencional de um movimento. O fisiologista Charles Fere (cronobiologia) concluiu que são os estímulos rítmicos, antes de quaisquer outros, que conseguem “aumentar o rendimento corporal”. São numerosas as pesquisas mundiais que apontam e reafirmam estas possibilidades de utilização benéfica. A presença de estímulos rítmicos acrescenta estabilidade imediata no controle motor, mais do que através de um processo gradual de aprendizagem. CÉREBRO, RÌTMO E MOVIMENTO O planejamento motor ocorre no lobo frontal, onde o córtex pré-frontal na superfície externa e a área motora suplementar analisam os sinais que chegam de outras partes do cérebro, indicando essa informação como uma posição no espaço e memória de ações passadas. Depois, essas duas áreas acessam o córtex motor primário que define quais músculos precisam se contrair, e envia as instruções pela medula espinhal até os músculos. Esses últimos devolvem os sinais para o cérebro. O cerebelo usa essa resposta muscular para auxiliar no equilíbrio e aprimorar os movimentos, sendo responsável pelo ajuste rítmico e reações emocionais à música. Os gânglios de base reúnem informações sensoriais das regiões corticais e as transmite por meio do tálamo até áreas motoras do córtex (responsável pela modelação do ritmo, andamento e métrica, controle de movimentos intencionais e globais do corpo). EXPERIÊNCIAS PRÁTICAS EM ATIVIDADES DESPORTIVAS -Karageorghis, (pesquisador da Univ. Brunel-Inglaterra) concluiu que escutar música animada durante atividade física aumenta a resistência física e estimula o praticante a acrescentar mais 15% de tempo ao seu treino. E o melhor: não percebe. -O campeão Michael Phelps utiliza sempre seu Ipod antes de iniciar as competições para melhorar sua concentração. -Alguns atletas mentalizam canções preferidas e que julgam adequadas, para melhorar a performance. PARALISADOS CEREBRAIS E A UTILIZAÇÃO DA CAPOEIRA TERAPEUTICAMENTE A característica principal da paralisia cerebral é a desordem motora, que varia em suas manifestações de acordo com a área encefálica comprometida. Muitos têm movimentos involuntários por ter comprometimento nos gânglios basais do cérebro. No Brasil, a capoeira é um esporte ou arte marcial que une a luta, música e dança. É um patrimônio cultural afro-brasileiro com infinitas possibilidades motoras. O ritmo na capoeira pode ser vivenciado através dos instrumentos musicais (berimbau, atabaque, pandeiro, agogô, reco-reco), movimentação corporal, palmas e canto. Em centros de reabilitação física a capoeira trabalha com os objetivos de desenvolver noções de equilíbrio, ritmo, coordenação, harmonia de movimentos, flexibilidade, agilidade, força e velocidade. Também estimula a sociabilização, a integração familiar, inclusão social e melhoria da auto-estima. (AACD-BRASIL/ CEIR-Teresina-PI-Brasil-Setor de Reabilitação Desportiva) A MUSICOTERAPIA E O PRATICANTE ESPORTIVO O profissional capacitado em musicoterapia pode ser um importante aliado no planejamento e nas atividades esportivas. Seus conhecimentos técnicos podem ser utilizados na forma de consultoria, planejamento ou mesmo na aplicação de algumas práticas musicoterapêuticas durante os estressantes e exaustivos treinos diários. Fontes: Brown,S.; Levitin,D.; Karageorghis,C.; Parsons,L.; Sacks,O.; Thaut,M. Nydia Cabral Coutinho do Rego Monteiro - Musicoterapeuta clínica na área neurológica e do centro de Reabilitação Física-CEIR-Teresina-Piauí-Brasil E-mail-nydiadoregomonteiro@yahoo.com.br www.musicoterapianopiaui.blogspot.com www.ceir.org.br educador físico CEIR – Childerico Robson-e-mail: childerico-luciane@hotmail.com www.efdep.org.

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Recém-nascidos têm sensibilidade musical Um estudo da Universidade Vita-Salute del San Raffaele, em Milão, verificou que os recém-nascidos são sensíveis às notas musicais e que têm capacidade para reconhecer as dissonâncias e mudanças de tom das melodias logo nos primeiros dias de vida. De acordo com os investigadores, este estudo poderá ser importante na medida em que contribuiu para determinar se a percepção da música é inata ou resultado do ambiente em que um bebé vive. Os autores desta investigação, cujos resultados foram publicados na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences, recorreram a 18 recém-nascidos, a quem apresentaram três excertos de músicas com a duração de 21 segundos. O primeiro era uma melodia tocada em piano, o segundo era semelhante, mas com algumas notas num tom mais alto. Já o último excerto era totalmente dissonante. Enquanto ouviam as melodias, os bebés foram submetidos a ressonâncias magnéticas que permitiram verificar quais as partes do cérebro que eram activadas durante o processamento das informações recebidas pela música. Os investigadores constataram assim que em todos os casos, o hemisfério direito do cérebro foi activado, nomeadamente as mesmas zonas que são activadas durante a apresentação de excertos musicais de músicas para adultos. Já quando ouviram as músicas alteradas, a activação do hemisfério direito foi mais fraca, em prol de uma zona do hemisfério esquerdo que foi activada. "Esses resultados mostram que o cérebro dos recém-nascidos apresenta capacidades de percepção da música desde as primeiras horas após o nascimento", consideram os investigadores, acrescentando que "além disso, eles já estão aptos a reconhecer as dissonâncias e as mudanças de tom". CiênciaHoje: Últimas Notícias-Site portugues de notícias científicas.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

CÉREBRO E MÚSICA

Muitas pessoas interessadas como eu nas pesquisas atuais sobre cérebro e música tem me solicitado fontes. O livro do Dr. Daniel Levitin "THIS IS YOUR BRAIN ON MUSIC" informa os pesquisadores mundiais nesta área. Eu li a tradução deste livro editada em Portugal. Acima está um anexo do livro. A pedidos minhas fontes de pesquisa para o meu trabalho "O CÉREBRO DO MÚSICO COMO REFERENCIAL NAS PRÁTICAS MUSICOTERÁPICAS DO SÉC. XXI"
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ALTENMULLER,E. Acordes na cabeça. In:Mente cérebro,ano XVI,n.17.São Paulo:Duetto Editorial,p.67-71,2009 _______________. Á flor da pele. In:Mente cérebro,ano XVI,n.17.São Paulo:Duetto Editorial,p78-82,2009. ______________ Medicine, Music and the mind.Neurology of musical performance.Hannover-,Royal College of Phisicians,2008.www.immm.umt-hannover.de/en/institute/people/eckartq-altenmuller.acesso em 12/04/2009 BARCELLOS,L.R.M(org). Musicoterapia: Alguns escritos.Rio de Janeiro: Enelivros, 2004 BIGAND,E.The time course of emotional response to music,Annals of the New York Academy of Sciences-.www.u-bourgogne.fr/LEAD/people/bigand.html-acesso em 14/04/2009 _________ . Ouvido afinado.In:Mente cérebro,ano XVI,n.17.São Paulo:Duetto Editorial,p.72-77,2009. BRUSCIA, Kenneth. Definindo Musicoterapia. 2.ed. Rio de Janeiro: Enelivros, 2000. CAMARGOS Jr.,W.(coord) Transtornos invasivos do desenvolvimento:3º milênio.Brasília: Ministério da justiça, AMES, ABRA,2002. CHAGAS, M; PEDRO, R. Musicoterapia-desafios entre a Modernidade e a Contemporaneidade..Rio de Janeiro: X:Bapera, 2008 FRITZ et al.Universal recognition.Of three basic emotions in music.Current Biology(2009)www.brams.umontreal.ca/plab/people/peretz HOPPEN,C.,STOJANOVIS,H. A ciência da genialidade.In:Mente cérebro,anoXVI,n.189.São Paulo: Duetto Editorial,p32-41,2009. FIELDS,D. Substância branca.In:Mente cérebro,ano XVI,n.188.São Paulo:Duetto Editorial,p.60-67,2008. HERCULANO-HOUZEL,S. De bem com seu cérebro.In:Mente cérebro,ano XVI,n.188.São Paulo:Duetto Editorial,p.29-35,2008. LEVITIN, D. Uma paixão humana-O seu cérebro e a música. Portugal: Editorial Bizâncio, 2007. LOPES, A.L.; CARVALHO, P.. Musicoterapia com hemiplégicos: Um trabalho integrado a fisioterapia. Rio de Janeiro: Enelivros, 1999. NITRINI, R.; BACHESCHI, L.. A neurologia que todo médico deve saber. 3.ed. São Paulo: Maltese, 1995. SACKS, O.. Alucinações Musicais: relatos sobre a música e o cérebro. São Paulo: Companhia das Letras, 2007. VIEILLARD,S. O som das emoções. In: Mente cérebro. ano XVI,n.17.São Paulo:Duetto Editorial, p.58-65,2009 WICHT, H. Marionetes cerebrais. In: Mente cérebro,ano XVI,n.196.São Paulo:Duetto editorial,p.70-73,2009. ZATORRE,RJ et all .Moving on time: brain network for auditory-motor syncronization is modulated by rhythm complexity and musical training.Journal of cognitive neuroscience,20,226-239.www.zlab.mcgill.ca/home.html- acesso em 14 /04/2009
Tenho prosseguido em minhas pesquisas nesta área, como forma de melhorar minhas práticas em musicoterapia e beneficiar meus pacientes.

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

MUSICOTERAPIA AJUDA CRIANÇAS EM REABILITAÇÃO NO APRENDIZADO DA FALA

***MATÉRIA DIVULGADA NO SITE www.diariodasaude.com.br e pelo site de inovação tecnológica-redigida por Raquel Feldman************************************** Longo caminho-Crianças que recuperam a audição depois de receberem implantes cocleares têm um longo caminho a percorrer antes de serem capazes de falar. Agora, um estudo feito na Universidade de Aalborg, na Dinamarca, revela que a musicoterapia pode auxiliar no processo de reabilitação dessas crianças, para que elas adquiram mais rapidamente a capacidade da linguagem. Implantes coclearesAlgumas crianças que nascem com deficiência auditiva, e que não são candidatas ao uso de próteses auditivas, têm 90% de chances de adquirir a capacidade auditiva normal submetendo-se a um procedimento de implante coclear. Após a operação, no entanto, a criança - que nunca ouviu antes - deve passar por um longo processo de reabilitação antes de poder começar a falar. Forma não-verbal de comunicação Durante o estudo, a pesquisadora Dikla Kerem examinou os efeitos específicos que a musicoterapia tem sobre o potencial de desenvolvimento de crianças com idades entre 2 e 3 anos que se submeteram a implantes cocleares, especificamente em termos de melhoria da comunicação espontânea. "A música conta com diversos elementos que também são componentes da linguagem e, portanto, como uma forma não-verbal de comunicação, é adequada para a comunicação com essas crianças quando elas ainda são incapazes de usar a linguagem," explica a Dra. Kerem. Segundo a pesquisadora, as interações comunicativas, especialmente aquelas iniciadas pelas crianças, são fundamentais para o desenvolvimento da comunicação normal, sendo pré-requisitos para o desenvolvimento e aquisição de linguagem. Ela acrescenta que as crianças em fase de reabilitação estão sob muita pressão - especialmente dos pais - para começarem a falar. Às vezes, essa pressão faz com que as crianças tornem-se introvertidas. Efeitos da musicoterapia A musicoterapia reforça a comunicação não-verbal dessas crianças e, assim, diminui a pressão sobre elas para a troca verbal e o oferecimento de respostas faladas. O estudo consistiu em dezesseis sessões oferecidas para as crianças após o implante coclear. Oito das sessões incluíram atividades relacionadas à música (tais como jogos com instrumentos de percussão, brincadeiras vocais e ouvir canções simples) e as demais incluíram brincar com brinquedos e jogos sem sons musicais. Cada uma das sessões foi filmada e analisada. Os resultados mostraram que, durante as sessões nas quais a musicoterapia foi utilizada, a comunicação espontânea das crianças foi significativamente mais frequente e prolongada. Ponte entre dois mundos A pesquisadora também descobriu que a exposição à música deve ser gradual, passando pela utilização de experiências musicais que envolvem parâmetros musicais básicos (como a intensidade e ritmo). "A música pode constituir a ponte entre o mundo silencioso que a criança conhecia e o novo mundo de sons que lhe foi revelado depois da operação. Também é importante que os pais e os profissionais de saúde aprendam a melhor maneira de expor as crianças à música, o uso da música para a comunicação e a importância da abordagem indireta do terapeuta, que melhorou a comunicação das crianças em um grau maior do que em uma abordagem direta," diz Kerem. "A musicoterapia está gradualmente penetrando no campo da reabilitação, mas ainda há muito trabalho a ser feito para melhorar a consciência [dos profissionais de saúde] sobre esta importante área," conclui a pesquisadora.

sábado, 2 de janeiro de 2010

FELIZ 2010 !!! COM MUITO EQUILÍBRIO E MUSICOTERAPIA.

ESTAMOS INICIANDO MAIS UM ANO . SEMPRE COM EXPECTATIVAS POSITIVAS E DESEJOS DE EQUILÍBRIO PARA TODOS. QUE ESTE ANO POSSAMOS COLABORAR MAIS E MAIS PARA TORNAR A VIDA DAS PESSOAS MAIS FELIZ E HARMONIOSA. ESTAMOS PREPARANDO ALGUNS ARTIGOS E TRABALHOS PARA REVISTAS DE CLIENTELAS VARIADAS . CONTINUAREMOS AS PESQUISAS, PALESTRAS, CURSOS E TRABALHOS NA ÁREA DE MÚSICA, EDUCAÇÃO MUSICAL, MUSICOTERAPIA, CÉREBRO, NEUROCIÊNCIA E ORIENTAÇÕES A CLIENTELAS VARIADAS. SE QUISSEREM LER O MAIS RECENTE ARTIGO PUBLICADO NA PERSONARE É SÓ VISITAR: http://www.personare.com.br/revista/voce-hoje/materia/350/renovacao-atraves-da-musica COM DESEJOS INFINITOS DE BEM ESTAR E FELICIDADE EM SUA VIDA , AGRADECEMOS SUA VISITA E ESPERAMOS O RETORNO SEMPRE AO LONGO DE TODO ESTE ANO. ABRAÇOS ... NYDIA

domingo, 15 de novembro de 2009

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

3º ENCONTRO PIAUIENSE DE MUSICOTERAPIA

DIA 22 DE NOVEMBRO DE 2009 (DIA DA MÚSICA) -Local:Sala madre Escobar-Rua Dr. Raimundo da Paz s/n-Bairro dos Noivos-Teresina-PI Horário-9h às 12 h/ 15h às 18 h Práticas em musicoterapia Palestras diversificadas / Relato de experiências Exposição material Clientela: profissionais das áreas de: saúde, educação e outros interessados.
Investimento:R$10,00-estudante R$20,00-profissionais Maiores informações:tel-(86)8812-2428/8808-7228- Inscrições- amt.piaui@gmail.com www.associacaodemusicoterapiadopiaui.blogspot.com
Apoio: Fundação CCEPLAR
FICHA DE INSCRIÇÃO (enviar para o e-mail) Nome- Endereço completo- Data de nascimento- E-mail- Tels- Profissional-( ) Sim Área- Estudante- ( ) Sim Curso- Período- Faculdade- Participação em eventos da área de musicoterapia-( )Sim ( )Não Quais? Interesse em aprofundar conhecimentos em pós-graduação.( )Sim ( )Não Caso afirmativo gostaria de ser contactado caso haja o 2º curso de especialização na UFPI? ( ) sim ( ) Não *para cursar é obrigatório estar no ultimo período do curso de graduação ou já ser graduado na área de música ou outras áreas . Ter conhecimento musical e dominar pelo menos um instrumento musical harmônico.haverá prova específica de conhecimentos musicais.

sábado, 17 de outubro de 2009

O CÉREBRO DO MÚSICO COMO REFERENCIAL NAS PRÁTICAS MUSICOTERÁPICAS DO SÉCULO XXI Baseado em pesquisas atuais sobre o cérebro do músico e os efeitos da música em outros cérebros este estudo busca referências sólidas na aplicação da musicoterapia neste século. O objetivo é trazer novas possibilidades e referenciais científicos para o profissional musicoterapeuta envolvido com pacientes neurológicos e outros em equipe multidisciplinar. Auxiliando também na comunicação entre membros de uma equipe científica com diversas formações, mas que compartilham objetivos terapêuticos a serem atingidos com os mesmos pacientes em tratamento. Assim estes estudos tem por base pesquisas neurocientíficas de: Altenmuller (2001), Bigand (2000), Levitin (2007), Sacks (2007), Peretz e Zatorre (2003) e a aplicação adaptada dos mesmos no fazer musicoterápico do século XXI. Palavras-Chave: Musicoterapia, cérebro do músico, pacientes neurológicos.
Especialista em Musicoterapia –CBM-RJ-1998.Co-autora projeto de Especialização em Musica-Musicoterapia-UFPI-2005.Musicoterapeuta do CEIR-Centro Integrado de Reabilitação Física de Teresina-PI.Presidente AMT-PI-Associação de Musicoterapia do Piauí. E-mail-nydiadoregomonteiro@yahoo.com.br
INTRODUÇÃO O interesse sobre cérebro e música encontra-se em crescimento, pois nunca se pesquisou tanto sobre tal assunto no mundo como na atualidade. Neste trabalho focamos mais os pioneiros desta área, tais como: Eckhart O. Altenmuller (Instituto de Fisiologia da música e da medicina da Arte–Hannover, Alemanha), Emmanuel Bigand (Instituto de Pesquisa e Coordenação acústica/Música-Dijon-Paris), Isabelle Peretz(Laboratório de Neuropsicologia da Música da Universidade de Montreal- Canadá), Robert Zatorre (Universidade McGill-Montreal-Canadá), Schlaug (Universidade de Harvard), Daniel Levitin (diretor laboratório pesquisa MacGill) e o Oliver Sacks. ( neurologista com trabalho de pesquisa com musicoterapeuta) Desta forma, os musicoterapeutas, únicos profissionais que utilizam a música com objetivos terapêuticos, não devem ignorar estas pesquisas. Ao contrário, devem ser utilizadas como aliada para nortear suas ações e fortalecer a credibilidade entre os profissionais da área de saúde. O objetivo proposto por este artigo é trazer novas possibilidades e referenciais científicos para o profissional musicoterapeuta envolvido com pacientes neurológicos e outros em equipe multidisciplinar podendo também auxiliar na comunicação entre membros de uma equipe científica com diversas formações.
1-ATUAÇÃO DA MÚSICA NO CÉREBRO Quadro 1: O cérebro e principais centros de processamento musical CÉREBRO PROCESSAMENTO MUSICAL Córtex préfrontal Criação de expectativas; violação e satisfação das expectativas.Planejamento do tocar, cantar. Córtex prémotor Movimento, bater o pé, dançar e tocar um instrumento. Córtex sensorial Reação tátil a tocar um instrumento . Córtex auditivo As primeiras etapas da audição de sons, a percepção e a análise de tons. Córtex visual Leitura de música, observação dos movimentos de um executante. (incluindo os do próprio) Corpo caloso Liga os hemisférios esquerdo e direito. Núcleo accumbens Reações emocionais à música Amígdala Reações emocionais à música Hipocampo Memória para a música, experiências e contextos musicais. Gânglios Basais Órgão de sucessão-geração modelação do ritmo, do andamento e métrica.(Wich, Levitin e Sacks ) Cerebelo Movimentos, como o bater do pé, dançar, e tocar um instrumento. Também envolvido nas reações emocionais à música. Fonte: adaptado de Levitin, 2007.p.276-277.
2- DETALHES RELEVANTES DAS PESQUISAS PARA A MUSICOTERAPIA O cérebro, segundo Herculano-Houzel (2008) representa apenas 2% da massa corporal, consome 20% da energia necessária. A redução de 1% desta energia é suficiente para provocar desmaio ou mal estar. Ou seja, ele é essencial para a ação do ser humano. O Cérebro do músico, segundo Sacks (2007) é o único que pode ser reconhecido sem dificuldades por anatomistas, justamente pelos inúmeros estudos já realizados e comprovados. O mesmo autor ressalta a coordenação de muitas estruturas cerebrais (córtex-motor, núcleo do tálamo, gânglios basais, cerebelo) para haver a atuação do músico. “O músico em sua plenitude é um milagre operacional, mas um milagre com vulnerabilidades singulares e às vezes imprevisíveis”(Marsden apud.Sacks, 2007, p.260). Os estudos cerebrais de músicos acometidos de doenças e com seqüelas também tem sido úteis para desvendar mais os mistérios do cérebro. Os músicos tendem a ter a parte frontal do corpo caloso maior (Schlaug apud Levitin, 2007) e o cerebelo também maior. Aliado a isso há também uma concentração maior de massa cinzenta (contem os corpos celulares, dentritos e axônios e é responsável pelo processamento das informações) nas áreas motoras, auditivas, visuoespaciais do córtex, como no cerebelo (Schlaug apud Sacks,2007). Sluming (Hopen, 2009) com sua equipe da Universidade de Liverpool comprovou maior densidade de substância cinzenta na área de Broca (fala) em músicos de orquestra. Para os músicos esta área também faz a mediação de aptidões visuais e o seqüenciamento de ações motoras rápidas. Descobriu-se também em pianistas profissionais que certas regiões da substância branca são mais desenvolvidas. e conectam partes do córtex cerebral vitais para a coordenação motora dos dedos e áreas cognitivas operadas durante a produção musical (Úllen apud Field, 2008). Bigand (Vieillard,2009) e Peretz(2009) tem investigado simultâneamente e com parcerias internacionais em diversos laboratórios, chegando as conclusões de que são dois os parâmetros musicais relacionados na expressão emocional: andamento e modo. Andamento rápido e modo maior contribuem para expressão de alegria. Andamento lento e modo menor, equivalência emocional negativa. Um modo menor e uma dinâmica estimulante evocam um sentimento de raiva ou de medo (Bigand apud Vieillard,2008). Parâmetros combinados e divergentes, os ouvintes utilizam o andamento para julgar por ser mais simples de processar. Crianças identificam bem cedo os índices emocionais na estrutura musical. Para Peretz (Vieillard,2008) a música não evoca emoções apenas de acordo com a história pessoal de cada um (ISO), mas que ela de fato as provoca. Fritz et all, neste ano apresentaram resultados sobre reconhecimento emocional de três emoções e utilizaram população africana isolada culturalmente, provando exatamente esta percepção universal das emoções relacionadas a estes parâmetros. (em parceria com Peretz).
Complementando estas informações que podem ser utilizadas para reforçar nossos princípios e aplicações musicoterápicas temos: A importância do envolvimento emocional com as músicas por potencializar os efeitos tem sido provada em inúmeras pesquisas. Levitin (2007) ao trazer alguns resultados das pesquisas realizadas na MacGill ressalta que o cerebelo é mais ativado quando as pessoas ouvem músicas familiares. Schmahmann (Levitin,2007) de Harvard, reuniu provas suficientes de que o cerebelo também está envolvido na emoção. Levitin em outra pesquisa realizada com Perry (2007) mostra os resultados quando os pesquisados cantaram suas músicas preferidas: todos cantaram nas alturas sonoras exatas ou próximas das originais, como também nos andamentos. O que reforça também a memória potencializada pela emoção. Quanto à percepção musical e os hemisférios já se comprova: A percepção musical é hierárquica. Segundo Altenmuller (2009) o lado esquerdo do cérebro parece processar elementos básicos como intervalos e ritmos. O direito reconhece características gerais como a métrica e o contorno melódico. Zatorre comprova a mesma afirmação em suas pesquisas (Levitin,2007) com pacientes com lesão temporal direita. Peretz descobriu que o hemisfério direito do cérebro contem um processador do desenho musical que efetivamente traça o contorno de uma melodia e analisa-o reconhecendo posteriormente e o mais importante, está dissociado dos circuitos do ritmo e da métrica do cérebro (Levitin, 2007). Sacks (2007) afirma que em geral as deficiências na percepção da melodia estão associadas a lesões no hemisfério direito. A disseminação do ritmo é muito mais complexa e envolve o hemisfério esquerdo, sistemas subcorticais dos gânglios basais, cerebelo e outras áreas é também destacado por Sacks.
Parte do artigo apresentado no Simpósio Brasileiro de Musicoterapia em Curitiba-PR. Caso você tenha interesse em lê-lo integralmente é só solititá-lo através do meu e-mail

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

terça-feira, 15 de setembro de 2009

ORQUESTRA DO CÉREBRO -revista época negócios on line

Orquestra do cérebro faz música com a força da mente No projeto, músicos usam uma espécie de capacete com eletrodos capazes de fazer a leitura das descargas elétricas do cérebro e emitir sons Por Época NEGÓCIOS Online Orquestra do cérebro: com a força do pensamento, músicos criam os sonsNada de violinos, violoncelos, flautas, tubas ou vibrafones. A Multimodal Brain Orchestra faz música a partir da força da mente, usando descargas elétricas dadas pelo cérebro. Um maestro "emocional" rege a apresentação a partir de suas emoções e batimentos cardíacosCriação de pesquisadores da Universidade Pompeu Fabra, de Barcelona, na Orquestra do Cérebro os músicos usam uma espécie de capacete com eletrodos capazes de fazer a leitura das descargas elétricas do cérebro. Os músicos têm funções diferentes. Cada um assiste a um tipo diferente de imagem, que estimula pontos diferentes do cérebro. Alguns ficam olhando para uma tela com linhas e colunas que apresentam diversas letras piscantes. Eles são orientados a olhar para uma determinada letra. Quando eles conseguem encontrar uma dessas letras, o cérebro emite um sinal conhecido como P300, que aciona um instrumento ou um som já gravado. Outros músicos visualizam uma caixa com luzes piscando em várias freqüências. Cada tipo de freqüência provoca um estímulo diferente na retina, que por sua vez gera uma descarga elétrica e aciona outros tipos de sons. Para reger a orquestra existem dois maestros, um tradicional e um outro "emocional", que vai assistindo a imagens e modificando o andamento das músicas a partir de suas emoções e seus batimentos cardíacos. A orquestra fez a sua primeira apresentação no congresso Science Beyond Fiction, na República Checa. O resultado final não é o que se pode chamar de melhor música do mundo, mas é uma prova do que o cérebro pode fazer mesmo sem as mãos. Veja você mesmo assistindo ao vídeo. Além do maestro emocional, a orquestra do cérebro tem também o maestro tradicional VÍDEO:Multimodal Brain Orchestra - Documentary

domingo, 13 de setembro de 2009

15 DE SETEMBRO-DIA DO MUSICOTERAPEUTA

NO PIAUÍ VAMOS COMEMORAR COM MUITO TRABALHO, DIVULGAÇÃO E UM JANTAR DE CONFRATERNIZAÇÃO. QUEM QUISER NOSSA PRESENÇA EM PALESTRAS, CURSOS, PROJETOS E ATENDIMENTOS É SÓ CONTACTAR. (86)8812-2428

MEUS TRABALHOS APRESENTADOS NO SIMPÓSIO BRASILEIRO

FUI MUITO BEM RECEBIDA DURANTE O SIMPÓSIO E PUDE COMPARTILHAR MEUS TRABALHOS . -APLICAÇÕES DA MUSICOTERAPIA EM REABILITAÇÃO FÍSICA NA ATUALIDADE -O CÉREBRO DO MÚSICO COMO REFERENCIAL NAS PRÁTICAS MUSICOTERÁPICAS DO SÉC.XXI E O VÍDEO: AMPLIANDO FRONTEIRAS: MUSICOTERAPIA NO PIAUÍ ESTÃO A DISPOSIÇÃO DE QUEM SE INTERESSAR.

SIMPÓSIO BRASILEIRO DE MUSICOTERAPIA EM CURITIBA - PARANÁ

UM DOS PONTOS ALTOS DO SIMPÓSIO BRASILEIRO DE MUSICOTERAPIA QUE ACONTECEU DOS DIAS 4 A 8 DE SETEMBRO EM CURITIBA- PR FOI O CURSO E PALESTRA REALIZADA PELO ARGENTINO (PRESIDENTE ASSOCIAÇÃO DA ARGENTINA) MUSICOTERAPEUTA GABRIEL FEDERICO. TIVE O PRIVILÉGIO DE PARTICIPAR DOS DOIS.APRENDI MUITO!! CURSO: "AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA E MUSICOTERAPIA APLICADA EM BEBÊS E CRIANÇAS COM SÍNDROME DE DOWN , PARALISIA CEREBRAL EOS DIFERENTES TRANSTORNOS NEUROLÓGICOS" PALESTRA: MUSICOTERAPIA PRÉ-NATAL FANTÁSTICO!!! VISITE O SITE DELE: www.gabrielfederico.com

terça-feira, 25 de agosto de 2009

PREMEDITANDO O BREQUE (editado cérebro nosso de cada dia)

http://www.cerebronosso.bio.br/descobertas/2009/8/21/premeditando-o-breque.htmlMais do que apenas para acompanhar músicas, a percepção de ritmos regulares é importante também para atividades de interação social como dançar, produzir música em conjunto e até mesmo perceber, durante uma conversa, o momento certo de falar. Mas seria esta uma habilidade inata ou aprendida quando somos, por exemplo, embalados ao som de música por nossos pais? É o que um estudo de István Winkler e colaboradores, da Hungarian Academy of Sciences, procurou responder. Os pesquisadores observaram que o cérebro de crianças recém-nascidas responde a violações da batida em uma sequência rítmica quando a primeira batida de um ciclo é omitida. Isso indica que, ao ouvir uma música, os bebês já são capazes de identificar o intervalo entre as batidas e o padrão que elas obedecem, criando expectativas quanto ao início de um novo compasso. Embora pareça surpreendente o cérebro de um bebê já ser capaz de detectar a falta de uma batida em uma sequência musical, essa capacidade não é, no entanto, uma habilidade específica inata para a música - e sim o resultado de uma habilidade genérica do cérebro: a capacidade de identificar padrões. Pelo jeito, eis algo que já nascemos sabendo! (LSBP, 22/8/2009) Fonte: Winkler I., Haden G. P., Ladinig O., Sziller I. e Honing H. Newborn infants detect the beat in music. Proc Natl Acad Sci U S A, vol. 106(7), p. 2468-71, 2009.