terça-feira, 28 de junho de 2011

segunda-feira, 16 de maio de 2011

DEDICAÇÃO MUSICAL TRAZ BENEFÍCIOS EM IDADE AVANÇADA

Dedicação musical traz benefícios em idade avançada


Estudo mostra que actividade forma protecção natural contra perdas cognitivas

2011-04-26
Mente de músicos continua afiada em idade avançada.As muitas horas dedicadas à aprendizagem da música trazem benefícios a longo prazo, segundo mostrou um estudo publicado no jornal «Neuropsychology», da Associação Americana de Psicologia.
A investigação indica que aqueles que tocaram instrumentos musicais durante anos a fio parecem formar uma protecção natural contra perdas cognitivas, que costumam ocorrer durante a terceira idade.
Mesmo que essas pessoas tivessem parado em determinado momento das suas vidas, a mente continua a mostrar-se afiada em idade avançada, quando comparada com os que nunca aprenderam música.
Um grupo, formado por 70 músicos com idade entre 60 e 83 anos, submeteu-se a variados testes de memória e habilidade e os resultados mostraram que quem tocou música durante pelo menos uma década apresentava melhor desempenho e benefícios cognitivos. Ou seja, quanto mais as pessoas tocam, mais benefícios terão no futuro.
O piano foi o instrumento mais popular entre os músicos, seguido dos instrumentos de sopro. Todos os voluntários eram amadores e tinham em comum o facto de terem iniciado aulas de música por volta dos dez anos.
O estudo também considerou a preparação física e o nível educacional dos participantes. Os investigadores descobriram ainda que existia uma relação entre a capacidade cognitiva e os anos de actividade musical, para além de consideraram o facto de os voluntários continuarem ou não envolvidos com música.
A descoberta mostra que o funcionamento cerebral pode ser alterado e a música pode ser um assunto para considerações futuras porque envolve uma combinação de capacidades motoras, leitura, audição e acções repetitivas.
http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=48691&op=all



segunda-feira, 2 de maio de 2011

QUESTIONÀRIO SIMPLES PODE ANTECIPAR DIAGNÒSTICO DE AUTISMO


Teste foi realizado com crianças de um ano e permitiu a antecipação do tratamento

2011-04-29



Estudo envolveu dez mil bebésFazer um pré-diagnóstico do autismo até aos 12 meses de idade pode estar ao alcance de um questionário simples de 24 perguntas sobre gestos, compreensão e comunicação. Demora apenas cinco minutos a ser respondido e revelou-se um bom instrumento para identificar os primeiros sinais do distúrbio em crianças, de acordo com um estudo publicado no “Journal of Pediatrics".



Este trabalho americano foi o primeiro a demonstrar que uma simples ferramenta de triagem pode ser usada para detectar o autismo, sendo que a sua principal vantagem consiste em poder-se iniciar o tratamento muito mais cedo do que o habitual, sublinhou Karen Pierce, investigadora do Centro de Autismo da Universidade da Califórnia, nos EUA, e primeira autora do estudo.

Normalmente, o autismo é diagnosticado mais tarde, quando os primeiros sintomas são notados pelos pais, pelo que o seu tratamento começa, em média, aos seis anos. Contudo, quanto mais cedo for detectado e o tratamento iniciado, melhor pode ser o desenvolvimento e a aprendizagem da criança.



Neste estudo, a equipa de Karen Pierce reuniu um grupo de 137 pediatras em San Diego, que, ao longo de um ano, fizeram o questionário aos pais de todos os bebés que os consultavam. Foram colocadas perguntas como “Quando o seu filho brinca, procura saber se está a olhar para ele?” ou “ O seu filho sorri a olhar para si?”.



Dos mais de dez mil bebés envolvidos no estudo, 184 “reprovaram” nos testes e, quando as respostas sugeriam sintomas de autismo, as crianças eram sujeitas a exames mais complexos, realizados semestralmente até aos três anos.



Foi assim verificado que do grupo que demonstrou alguns sintomas, 75 por cento dos elementos tinham, efectivamente, algum problema. O diagnóstico de autismo foi feito em 32 crianças; 56 apresentaram atrasos na fala; nove tinham atrasos comportamentais e 36 foram classificados com outros problemas.



Depois desta triagem, os bebés diagnosticados com autismo ou algum atraso no desenvolvimento e 89 por cento das que tinham atrasos na linguagem foram encaminhados para terapias adequadas, em média, aos 17 meses, começando a ser tratadas aos 19 meses, muito antes da idade em que tal começa a acontecer.



A eficácia deste teste no diagnóstico do distúrbio levou a que 96 por cento dos pediatras envolvidos no estudo continuassem a usá-lo como ferramenta de triagem.
Teste simples pode antecipar diagnóstico de Autismo
 http://www/. cienciahoje.pt



sábado, 30 de abril de 2011

A MÚSICA NUNCA PAROU ( THE NEVER STOPPED)

O novo filme baseado  em um estudo de caso do Dr. Oliver Sacks ressalta a importância da musicoterapia na reabilitação de danos neurológicos. Utilizando-se do repertório do paciente, no caso bandas de rock como Beatles e Grateful Dead, a musicoterapeuta  mostra que o processo musicoterapêutico pode alcançar onde nada mais alcança.

Dirigido por Jim Kohlberg, " The Music Never Stopped" (A Música Nunca Parou), narra a viagem de um pai que ao saber que seu filho Gabriel sofre de uma grave lesão cerebral, parte em busca de um vínculo à muito perdido. A música é a ponte entre o abismo que separa as gerações da década de 1960.
http://musicasaude.blogspot.com/2011/04/music-never-stopped-filme-destaca-o.html#comment-form

NÃO PERCAM !!!

domingo, 3 de abril de 2011

UM JEITO AUTISTA ESPECIAL DE SER E DE VIVER: MUSICOTERAPIA AJUDA

                                                                                                                      Nydia do Rego Monteiro

Transtorno Invasivo do Desenvolvimento, também chamado de Transtorno Global do Desenvolvimento, grupo de transtornos caracterizados por alterações qualitativas das interações sociais recíprocas e modalidades de comunicação, e por um repertório de interesses e atividades restrito, estereotipado e repetitivo (CAMARGOS JR, 2001) Os transtornos invasivos do desenvolvimento são: Autismo, Síndrome de Rett, Transtorno Desintegrativo da Infância, Síndrome de Asperger e Autismo Atípico. As diferenças costumam se tornar aparentes antes da idade de três anos. E os familiares e pessoas envolvidas muitas vezes não conseguem entender e por consequência, interagir. A família muitas vezes se sente sem chão ao receber este diagnóstico , não enxergando muitas vezes “luz no fim do túnel.”


O CÉREBRO DO AUTISTA É DIFERENTE
Segundo Zilbovicius et al. (2006), desde a década de oitenta, foram publicados cerca de 200 estudos sobre o tema; e as principais estruturas cerebrais relacionadas ao autismo incluem: o Cerebelo (atividades motoras, equilíbrio e a coordenação), a Amígdala (comportamento social e emocional), o Hipocampo (memória), Corpo Caloso (comunicação entre os dois hemisférios) e o Giro do Cíngulo (área de integração entre informação visual e sistema límbico). Na Philadelfia, o cientista Ashtari (2009) descobriu que há uma redução de matéria cinzenta (processamento da informação) na região da amígdala direita, que explicava a profunda inaptidão social. Quanto ao processamento do som pode se destacar informações importantes: há um atraso médio de 11 milissegundos (11/100 de segundos) no processamento do som e da linguagem no cérebro desta clientela (ROBERTS, 2010). Vários estudos também já comprovaram que a conexão entre os neurônios no cérebro autista pode também vir acompanhada de barulho ou ruído, como a estática de um rádio. Há, então, um processamento de baixa ordem ou fraca coerência central, ou seja, por isso tem dificuldade para escolher entre duas fontes de informação, porque geralmente causa uma “sobrecarga” ou “hiperestimulação” (SINCLAIR, 2001). Existem muitas outras pesquisas mostrando o porque da dificuldade do contato visual, processamento do outro e outras características cerebrais que provocam dificuldades em seu dia a dia.


A maioria do ponto fraco desta clientela pode ser melhorada pela música porque o cérebro estimulado por ela pode ficar mais desenvolvido exatamente nestes pontos já citados anteriormente.


A MUSICOTERAPIA que é aplicada por um profissional qualificado (graduado e/ou pós) pode ajudar a melhorar o potencial de interação e atuação do autista na vida. Alguns objetivos:


- Abrir canais de comunicação, organizar percepção e interação com o meio, estimular comunicação, verbalização e aceitação na mudança de rotina, diminuir estereotipias e ritmo, trabalhar verbalização, diálogo, comunicação, aceitação de limites, entendimento das regras sociais e das características dos neurotípicos. Sondar possibilidades de inclusão escolar, social, através da música ou outros.


Características cerebrais respeitadas e potenciais ampliados por ações da musicoterapeuta & Dicas para os familiares e cuidadores


Volume fraco empregado na voz da musicoterapeuta inicialmente, andamento mais lento ao verbalizar ações, depois demonstração visual, nunca ao mesmo tempo. Ter músicas demarcadoras da sessão como: boas vindas, arrumação da sala, preparação para o término e para a despedida. Provocar respostas musicais, verbais ou ativas, aguardando um tempo maior de resposta. Utilizar: células rítmicas, desenho melódico ou músicas para recriar e situar contexto terapêutico momentâneo, ritmo cerebral e corporal da criança imitado para iniciar interação e aumentá-la, gravuras de personagens de fixação-preferências (vê o mundo através de detalhes), coladas ou superpostas a instrumentos musicais do setting (geralmente os que tinham maior dificuldade de aproximação), simplificar ambiente e diminuir quantidade de instrumentos musicais, ir aumentando e variando gradativamente, exagerar depois variedades de intensidades sonoras e expressões faciais (orientar pais), traduzir o mundo do neurotípico verbalmente. Valorizar progressos de interação com o meio (sempre atualizando informações de seu dia a dia). Aumentar momentos de verbalização gradativamente.


*instrumentos musicais podem ser substituídos por outros objetos dependendo do contexto, os outros profissionais ou cuidadores envolvidos.

 
FINALIZANDO
A música consegue, comprovadamente, estimular todas as áreas cerebrais. Recentemente, Austin (2009), em sua pesquisa com crianças autistas e de grupo-controle, demonstra que autistas (95%) após sessões de musicoterapia tiveram maior número de respostas verbal e gestual. Estes dados apoiam a teoria de que a musicoterapia para crianças autistas aumenta respostas. Acrescento, baseada em minha prática, que quanto mais cedo a criança com este diagnóstico for submetida a sessões de musicoterapia, melhor é o prognóstico de possibilidades de desenvolvimento neuropsicomotor mais próximo do cérebro neurotípico, ou mais adaptada ao meio social atual. O cuidado científico no início, com as informações sobre o cérebro com TID, ajudaram-me a estabelecer o vínculo terapêutico mais rápido, conhecer melhor meu cliente, e conquistar os objetivos terapêuticos estabelecidos inicialmente.


Um jeito autista de ser e de viver pode ser ajudado pela musicoterapia a melhorar sua convivência no mundo da maioria neurológicamente típica tornando-o mais felizes a ambos.


*O trabalho científico produzido por esta autora está à disposição em sua íntegra :


www.musicoterapianopiaui.blogspot.com


“MUSICOTERAPIA, A PRÁTICA CLÍNICA VISTA SOB A ÓTICA DA NEUROCIÊNCIA”

segunda-feira, 7 de março de 2011

DIA MUNDIAL DE CONSCIENTIZAÇÃO DO AUTISMO

Dia 02 de Abril é o Dia Mundial de Conscientização do Autismo!!



Vamos fazer a nossa parte para que a sociedade conheça um pouco do Autismo!!



Espalhem esta ideia:

http://www.youtube.com/watch?v=fRy2rvdcIf0
 
LOGO MPA.JPG

terça-feira, 1 de março de 2011

Amigos do Ceir: Ceir na Mídia

Amigos do Ceir: Ceir na Mídia: "Com a matéria 'Musicoterapia revela talentos', o Jornal Meio Norte desta quarta-feira (16), expõe um pouco do trabalho realizado na Musicote..."
Dizem que dom a gente nasce com ele e muitas vezes precisa apenas ser despertado. No Centro Integrado de Reabilitação(CEIR) a musicoterapia tem mostrado que a arte tem um papel fundamental na recuperação e também no estímulo para superar barreiras.
E o que começa como uma prática rotineira de exercícios, tem revelado talentos. Nídia Monteiro, musicoterapeuta, relata casos curiosos de crianças que estão sendo assistidas no CEIR,que nunca fizeram aula de música e estão mostrando resultados surpreendentes.
São meninos e meninas que não haviam nem mesmo pego num instrumento e tocam com desenvoltura. Nayara Linhares, 18 anos,descobriu sua vocação através do teclado, instrumento que começou a tocar com o ingresso na musicoterapia. De voz doce e suave revela-se uma cantora nata, o que só fortalece o desejo de enveredar pelo caminho da música.
O belo sorriso completa a beleza dessa menina que desde cedo aprendeu que precisava superar seus limites. Ela teve paralisia cerebral e isso comprometeu os movimentos dos membros inferiores. A dificuldade de mexer com os dedos das mãos não a desanima a tocar, pelo contrário, é mais um incentivo para continuar tentando. Uma vez por semana,ela vai ao Centro de Reabilitação e toca o instrumento com a esperança de poder fazer isso cada vez mais.
Como ela, Gabriel Rabelo,11 anos, também tem se familiarizado com o teclado. Ele,que possui uma doença neuromuscular,chegou à musicoterapia e parece não querer sair mais. Segundo a mãe, Genoveva Rabelo, tocar tem transformado o menino, que antes era calado e arredio. “Ele quase não conversava comas pessoas. Venceu também um pouco a timidez. A gente percebe que a música ajudou a se expressar bem mais, a se socializar e não ter vergonha do seu problema”, comenta. Edvan Barbosa, 9 anos, é mais um dos que a cada dia superam obstáculos. Assim como Gabriel, ele também tem um problema neuromuscular.
Natural do município de Barras, vem toda semana a Teresina, onde faz tratamento no Centro. Melhorar de humor foi apenas uma das coisas que a musicoterapeuta trouxe a esse menino que já está arriscando os primeiros sopros na flauta, mas já desempenha bem no teclado.
Segundo Nídia, o que chama a atenção é o dom que esses meninos possuem. Com pouco tempo de contato com instrumentos musicais, mostram que têm talento e uma enorme vontade de aprender.
No CEIR, é desenvolvida a música de forma terapêutica.“Nós trabalhamos a reabilitação e também a habilitação”,diz, chamando a atenção para aspectos como a inteligência emocional e relação interpessoal que são lembrados durante o tratamento.
O desejo de aprender esbarra,em alguns casos, na falta de estrutura das escolas que não estão preparadas para receber alunos cadeirantes,como é caso de Nayara.“A Escola de Música funciona em um prédio tombado,o que não permite fazer reformas”, comenta Nydia, ressaltando o desejo dos meninos em estuda rmúsica. A EMT fica localizada no segundo andar da Central de Artesanato Mestre Dezinho. As escadas também representam problema para Gabriel que se cansa com facilidade.
A ideia, segundo a musicoterapeuta,é não só despertar neles o talento que já é fato,mas também fazer essa inclusão nas escolas para que desenvolvam ainda mais e possam, quem sabe um dia,se tornarem músicos.
No CEIR eles já tocam em pequenas apresentações e mostram que possuem jeito para isso, o que falta apenas é incentivo para quem continuem. “Se tivesse como,eu gostaria de aprender bem mais”, diz Nayara, comum sorriso no rosto de quem tem esperança de encontrar uma escola de música onde possa se desenvolver e tocar,quem sabe, outros instrumentos.“Eles têm talento e o que precisam é desenvolver”,comenta.
Matéria: Liliane Pedrosa

Caderno: Arte e Fest

Fotos: José Alves Filho

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Nova terapia reverte efeitos do derrame cerebral

Nova terapia reverte efeitos do derrame cerebral: "Uma nova técnica que impulsiona o crescimento de fibras nervosas pode reverter grande parte dos danos causados por acidentes vasculares cerebrais, ou derrames."

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

COMEMORANDO 35 anos como profissional da MÙSICA



CADA MOMENTO DE MINHA VIDA MUSICAL VALEU A PENA, SEJA :
-NOS 43 ANOS DE ESTUDOS, QUE NUNCA BASTAM PARA O SABER.
-NOS 35 ANOS DE PROFISSIONAL DA MÚSICA, COMO INSTRUMENTISTA, EDUCADORA, DIRIGENTE, MUSICOTERAPEUTA.
QUERO PROSSEGUIR SEMPRE, ESTUDANDO, INVESTIGANDO, DEDICANDO, SERVINDO E TRANSFORMANDO A VIDA DAS PESSOAS POSITIVAMENTE.
QUE EU POSSA SER DIGNA DAS BENÇÃOS DE DEUS E CUMPRIR BEM MINHA MISSÃO.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

UM LINDO 2011 PARA TODOS!


O ANO ESTÁ COMEÇANDO E TAL COMO UM BEBÊ EM NOSSOS BRAÇOS, DEPENDE MUITO DE NÓS EM NOSSO (A) AMOR, AÇÃO, TRABALHO, LUZ , CONSCIÊNCIA PARA SER  PROTEGIDO, CONSTRUÍDO, CRESCER, EVOLUIR, INTERAGIR E CONTRIBUIR PARA O BEM DE NOSSO PLANETA.
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QUE ESTE ANO POSSA SER ESCRITO TODO DIA POR CADA UM DE NÓS COM: CONSCIÊNCIA, AMOR, FÉ, DEDICAÇÃO, PACIÊNCIA, VIBRAÇÃO, PAZ, HARMONIA.
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QUE CONTINUEMOS PLANTANDO DIÁRIAMENTE BOAS SEMENTES COM NOSSO TRABALHO, RELAÇÕES E ESPIRITUALIDADE.
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SE NOSSAS COLHEITAS NÃO FOREM TÃO BOAS COMO ESPERÁVAMOS, INICIE OUTRAS SEGUINDO O CAMINHO DO BEM E DA LUZ!
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A MÚSICA E A MUSICOTERAPIA PODEM SER BONS ALIADOS EM NOSSA CAMINHADA PELA VIDA. UTILIZE-AS MAIS ESTE ANO!


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COM MUITO AMOR DESEJO UM LINDO 2011 PARA TODOS VOCES...
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quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

2 NOVOS ARTIGOS MEUS PUBLICADOS

REVISTA SAPIENCIA - FUNDAÇÃO DE PESQUISA DO PIAUÍ.
"MUSICOTERAPIA E PRATICANTE ESPORTIVO"-p.37
http://www.fapepi.pi.gov.br/
nº 25 Ano VI-Setembro de 2010-ISSN-1809.0915-Distribuição em meios
acadêmicos e científicos

REVISTA PERSONARE
"CANTAR PARA VIVER EM HARMONIA"
http://www.personare.com.br/revista/saude-e-beleza/materia/1002/cantar-para-viver-em-harmonia

***Posso lhe enviar se você tiver interesse."

terça-feira, 23 de novembro de 2010

4º ENCONTRO PIAUIENSE DE MUSICOTERAPIA

NESTE DOMINGO, DIA 28 DE NOVEMBRO.
Das 8:30 h  as 12:30 h
AUDITÓRIO - CACC- UFPI- Ao lado Cine Teatro e Espaço Cultural Noé Mendes.
Entrada pelo Estacionamento da Biblioteca Central.-Teresina-PI
Inscrições limitadas.
Maiores informações e inscrições:
http://www.associacaodemusicoterapiadopiaui.blogspot.com/
Não percam e ajudem a divulgar...

domingo, 12 de setembro de 2010

MUSICOTERAPEUTA

SER MUSICOTERAPEUTA É: CANALIZAR A LUZ PARA ILUMINAR O ESCURO; LEVAR A VIBRAÇÃO DA MÚSICA PARA O ESTAGNADO; USAR O CONHECIMENTO PARA (re)ESTABELECER O PRAZER; ESTAR DISPONÍVEL ONDE MUITOS ABANDONARAM; É ACREDITAR NA VIDA QUANDO TODOS AGUARDAM A MORTE; DESCOBRIR A CADA DIA NOVAS POSSIBILIDADES; SER FELIZ EM SERVIR AO PRÓXIMO A CADA DIA; SOU MUSICOTERAPEUTA COM MUITO PRAZER!!! ************************************************************************************* PROGRAMAÇÃO: Distribuição de folders, DVDs, questionários para pesquisa , contatos em diversos locais de Teresina. Dia 15/09/10- Quarta-feira Manhã e Tarde- CEIR – Centro Integrado de Reabilitação Física -Nydia Monteiro-tel-8812-2428 e Leila Santos-tel-9976-3017 CIES - Centro Integrado de Educação Especial – (Em frente a Maternidade Evangelina Rosa)-Karine Jericó –tel-8808-7228 e Vanda Queiroz-tel-9458-5586 RFCC-PI-Rede feminina de Combate ao Cancêr-Hospital São Marcos-R.Olavo Bilac, 2300.Tel-3226-2323 –Nydia Monteiro-Tel-8812-2428 Clínicas- Psicocentro –(Av. Homero Castelo Branco, 1418 ) Rodrigo Melo –tel-8801-9769 Neurocare- A. Vilmary, .Joquei. Rejane Batista – tel-8855-9235 e Rodrigo Melo. Oncoclínica- R. Felix Pacheco, 2159 . Clínica Fernanda Daniel- Av. Pires de Castro, 688 . Centro/ Sul. Simone Assunção-tel-9452-2956 TCE-Tribunal de Contas do Estado- Av-Pedro Freitas, São Pedro- Olga Marques- Tel- 3215-3936 /8827-8634 PALESTRAS;******************************************************************** 15/9/10- 16 h – Hospital de Urgências de Teresina- HUT- Setor de Serviço Social 18:30h- Sala de Vídeo do CCE- UFPI- MUSICOTERAPIA NA ATUALIDADE- Clientela: Interessados em cursar Especialização em Musicoterapia- (Maiores informações-Tel- 8812-2428-Nydia)

domingo, 5 de setembro de 2010

MUSICOTERAPIA & NEUROCIENCIAS E MUSICOTERAPIA NEUROLÓGICA

Este ano no Brasil eventos fantásticos estão acontecendo nestas áreas. Participei do Curso de Neurociências e a Música em SP (agosto)com uma das maiores pesquisadoras desta área no mundo: Isabelle Peretz(Montreal -Canadá). Além das pesquisas já publicadas , ela trouxe novidades de pesquisas em andamento ainda não publicadas. Para o meu trabalho prático e os que estou desenvolvendo para apresentar em Salvador (30 e 31 de outubro)foi muito útil e esclarecedor. O CIMNAT- Congresso Internacional de Música, Neurociencias, Arte e Terapia que tambem pude participar foi além de minhas expectativas em relação a organização, palestrantes, cursos, organização e conteúdo. Muito bom! Parabens ao Centro de Musicoterapia Benenzon -Brasil -SP! -Não pude ir ao Curso de Musicoterapia Neurológica oferecido pela Sociedade Brasileira de Musicoterapia Neurológica- Goiania com as musicoterapeutas argentinas Camila Pfeiffer e Letícia Alberti (Neuromúsica). Mas já soube do sucesso de público e conteudo do curso. Perdi, mas me consolo por estar fazendo o curso de musicoterapia Neurológica da neuromúsica (Argentina) com as citadas musicoterapeutas.Tenho aprendido muito e melhorado minha prática.***************************************************************************** -Em outubro o ENPEMT-X ENPEMT · Encontro Nacional de Pesquisa em Musicoterapia Pesquisa em Musicoterapia: especificidades e diálogos com outros campos epistemológicos. 29 a 31 de Outubro de 2010 Hotel Golden Park, Salvador · Bahia · Brasil Realização ASBAMT NÂO PERCAM!!! Cada vez mais a Musicoterapia no Brasil tem intensificado sua atuação e provado sua eficácia . Eventos em diversos estados do Brasil , inclusive no Piauí , marcarão no dia 15 de setembro o dia do MUSICOTERAPEUTA.